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Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 10 a 3ra fase do CACD

2020.07.23 10:36 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 10 a 3ra fase do CACD

Em primeiro lugar, lembro uma coisa muito simples: terceira fase não é segunda fase. Você não precisa se preocupar com propriedade vocabular, vírgulas antes de orações subordinadas reduzidas de infinitivo e coisas do tipo. É óbvio que não vale escrever completamente errado também, mas o que eu quero dizer é que a banca da terceira fase nem sabe das exigências da segunda fase direito, então não precisa se preocupar tanto com aspectos formais da escrita. Obviamente, a necessidade de ter uma tese central e alguns argumentos que a comprovem de maneira coerente permanece, mas isso não é novidade para ninguém. A importância do aspecto formal da terceira fase não está nas palavras e nos termos de uma oração, mas na sequência lógica de argumentos.
Algo bastante importante nas provas de terceira fase é destacar um argumento central, uma tese que responda à questão e que lhe permita apresentar exemplos/construções teóricas e desenvolver argumentos que a comprovem. Nessa situaç~o, vale a velha “fórmula” de dissertaç~o: introdução (com a tese central), argumentação (com uma ideia central por parágrafo, com argumentos que comprovem sua tese central) e conclusão (com retomada da tese e com articulação dos argumentos apresentados). Não há um número ideal de parágrafos, vale o bom senso (evitar parágrafos com apenas uma frase ou excessivamente grandes, mas não é necessário que tenham quase o mesmo tamanho, por exemplo, como ocorre na segunda fase).
Evite juízos de valor muito expressivos. Obviamente, tudo o que você escreve contém um pouco de subjetividade, mas evite adjetivações excessivas e algumas construções, como “é importante ressaltar que…”, “vale lembrar que...” ou “fato que merece destaque é…”.
Evite listagens longas e/ou imprecisas. Por exemplo: se você não se lembra de todos os países que fazem parte de determinado grupo, ou se eles são muitos, evite citações de todos os países (na verdade, não sei por qual motivo alguém iria querer citar os membros de um grupo assim, mas vai que precisa de algumas linhas de “enrolaç~o”, não é?). Ex.: “A UNASUL é composta por Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela”.
Preferir: “A UNASUL é composta pelos doze países latino-americanos (à exceção da Guiana Francesa)” ou “A UNASUL é composta pelo agrupamento dos membros do MERCOSUL e da CAN, acrescidos do Chile, do Suriname e da Guiana”. Quanto a imprecisões, evitar, por exemplo: “A UNASUL é composta por Brasil, Argentina, Venezuela, entre outros”. Se você n~o se lembra de todos ou se o número de países é relativamente grande para citar todos, opte ou pelas alternativas anteriormente apresentadas ou, pelo menos, por algo como “Na UNASUL, destacam-se o Brasil – por sua dimensão territorial, por sua população e por seu peso político-econômico –, a Argentina – importante mercado emergente, com forte setor agrícola voltado à exportação e com indústria diversificada – e a Venezuela – detentora de recursos naturais estratégicos e grande exportadora de petróleo”.
Evite, também, citações e menções excessivas. Elas não devem constituir a base de sua resposta. Excesso de citação de eventos pode ser um problema. Obviamente, citar datas, conceitos e períodos é fundamental, mas o problema começa quando essas referências ocupam frases inteiras, sem argumentação e sem sequência lógica de relações. Veja os Guias de Estudos antigos, para ter uma noção do tipo de resposta preferido pela banca. O importante é não exagerar, para o texto não ficar carregado de informações que, ainda que úteis, não sustentam a tese que responde à questão de maneira consistente. Para conceitos menos conhecidos, convém citar a fonte (de todo modo, ainda que certos conceitos, como “Estado normal”, sejam consagrados na literatura sobre política externa brasileira, dizer que “o país entrou, assim, no período que Amado Cervo define como ‘Estado normal’” me parece boa estratégia – até porque o próprio Amado Cervo já foi da banca corretora vez ou outra; o José Flávio Sombra Saraiva é outro que tenho certeza de que irá adorar ver seu nome mencionado em uma resposta).
Algo bastante útil é evitar criar (e cair em) armadilhas. Se você sabe, por exemplo, que o Pacto Andino foi firmado em 1969, mas não tem certeza se a organização aí criada já se chamava Comunidade Andina de Nações, por exemplo, opte por uma formulação de resposta que evite comprometer-se quanto a isso. Uma sugest~o seria, por exemplo: “Firmado em 1969, o Pacto Andino consubstanciou importante passo para a criaç~o da Comunidade Andina de Nações (CAN)”. Desse modo, você evita incorrer no erro de atribuir ao Pacto a responsabilidade pela criação da CAN, sem deixar de destacar sua importância para que isso ocorresse posteriormente. Evite, também, conceitos “politicamente incorretos” ou em desuso, como “governo neoliberal” (preferir “governo associado aos princípios do Consenso de Washington”, por exemplo), “país subdesenvolvido” (preferir “país de menor desenvolvimento relativo”, por exemplo) etc.
Para boa parte dos argumentos a ser empregados na terceira fase, a leitura atenta e o fichamento das melhores respostas dos Guias de Estudos anteriores podem ajudar bastante. Eu tive um professor de cursinho, o Ricardo Macau, que gostava de dizer que o intuito de fichar os Guias de Estudos era, simplesmente, roubar argumentos. Ninguém precisa inventar novos argumentos, para tentar “chocar” a banca. Se a banca publica um Guia de Estudos anualmente, dizia ele, é para mostrar a todos os candidatos o que ela queria ler como resposta naquela questão e o que ela quer ler nas respostas dos concursos dos anos seguintes. Dessa maneira, não há nenhum constrangimento em fichar os principais argumentos das provas dos anos anteriores e em usá-los nas questões pertinentes da terceira fase. Alguns desses argumentos foram muito úteis para mim, especialmente nas provas de História do Brasil, de Política Internacional e de Direito.
Uma coisa que pouca gente fala é que os Guias de Estudos nem sempre são cópias fidedignas das respostas dos candidatos. A organização do concurso entra em contato com os autores das respostas selecionadas e solicita que os próprios autores digitem suas respostas. Os candidatos podem fazer eventuais alterações pontuais de algumas imprecisões, mas alguns poucos acabam exagerando. Para quem está se preparando para o concurso, não poderia haver nada pior, já que não podemos ter uma noção exata de qual tipo de resposta foi avaliado como suficiente pelos examinadores (por saber que era possível alterar, eu sempre ficava em dúvida: será que ele/ela ganhou essa nota escrevendo tudo isso mesmo?). J vi gente dizendo que “quem consegue fazer as melhores respostas deu sorte, porque fez mestrado ou doutorado no assunto, pelo menos”, e isso é completa mentira. O que ocorre é que essas pessoas souberam conjugar estudo eficiente e capacidade de desenvolvimento analítico diferenciada que sejam convertidos em uma argumentação clara e consistente. Para isso, não tem mestrado ou doutorado que adiante. Em algumas questões, você sente ser capaz de escrever o dobro ou ainda mais sobre aquele assunto (principalmente, nas questões de 60 linhas), mas o que mais conta, no fim das contas, é a forma, o modo como você organiza suas ideias, os argumentos de que você faz uso etc.
Na prova de História do Brasil, alguns temas são mais ou menos recorrentes. Definição das fronteiras nacionais, política externa do Império, política externa dos governos Quadros-Goulart (Política Externa Independente), política externa dos governos militares (especialmente, Geisel), relações do Brasil com a América do Sul (destaque para as relações Brasil-Argentina desde o século XIX), relações do Brasil com a África (do período da descolonização até a década de 1980). Obviamente, há inúmeros outros temas (bastante pontuais às vezes) que também são cobrados, mas eu acho que, se eu tivesse só uma semana, para estudar tudo de História do Brasil, eu escolheria esses temas. Ainda que eles não sejam cobrados diretamente, podem ser encaixados em muitas outras questões.
A prova de Inglês consiste de uma tradução do Inglês para o Português (valor: 20 pontos), de uma versão do Português para o Inglês (valor: 15 pontos), de um resumo de texto em Inglês (valor: 15 pontos) e de uma redação sobre tema geral (valor: 50 pontos). As notas de Inglês são, geralmente, bem mais baixas que as das demais provas, o que, considerando que boa parte dos candidatos que chega à terceira fase tem alguma experiência no domínio avançado da língua inglesa (acredito eu), é claro sinal de que a cobrança é bastante rigorosa, e apenas conhecimentos básicos da língua não são suficientes.
Quanto à tradução e à versão, não tenho muito a dizer. Há dedução de 1,00 ou de 0,50 pontos (dependendo do tipo de erro) do valor total do exercício para cada erro de tradução13. O vocabulário cobrado nem sempre é muito simples (um ou outro termo pode ser mais complicado), mas, em geral, não há muitos problemas. Normalmente, as notas da tradução são bem maiores que as notas da versão. Um pequeno “problema” nas traduções e nas versões é o seguinte: o examinador escolhe, tanto nas traduções para o Português quanto nas versões para o Inglês, algumas expressões que ele quer, obrigatoriamente, que o candidato use determinados termos que correspondam àquela palavra ou expressão na outra língua. Assim, por exemplo, se há o termo “vidente”, para ser traduzido para o Inglês, e se o examinador escolheu essa palavra, para testar os candidatos, você ser penalizado, se tentar dizer isso com uma express~o como “a person who foresees” ou coisa do tipo. Se o examinador, entretanto, não houver escolhido essa palavra como teste, você poderá não perder nenhum ponto por isso. O maior problema é que, obviamente, você não sabe quais são as expressões que serão escolhidas enquanto faz a prova. Pode ser que uma expressão para a qual você não conhece a tradução exata não seja uma das escolhidas pelo examinador, e dizer a mesma coisa de outra maneira (com uma frase ou com uma expressão mais longa que exprima o mesmo sentido) pode não implicar penalização. Enfim, não há como saber isso antecipadamente, então a melhor alternativa é, sempre, a tradução o mais fidedigna possível. De toda forma, se não souber, aí não tem jeito, invente alguma coisa, pode ser que seja aceita. Só nunca, nunca, deixe um espaço em branco, pois isso atrai os olhos do examinador, e ele saberá que já tem algo faltando ali. Mesmo que você não tenha nenhuma ideia do que alguma coisa signifique ou de como traduzir, invente palavras, crie sinônimos que não existem, faça qualquer malabarismo linguístico que estiver a seu alcance, só não deixe espaços em branco. Como os examinadores corrigem mais de duzentas provas (números de 2010 e de 2011), pode ser que alguns erros acabem passando despercebidos.
13 Segundo o Guia de Estudos: menos 1,00 pontos por falta de correspondência ao(s) texto(s)-fonte, erros gramaticais, escolhas errôneas de palavras e estilo inadequado; menos 0,50 pontos por erros de pontuação ou de ortografia. Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtraem 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
O resumo do texto em Inglês costuma surpreender alguns candidatos com baixas notas. A atribuição de pontos é feita de acordo com uma avaliação subjetiva que considera várias coisas: quantidade de erros, abrangência de todos os pontos selecionados pelo examinador como os mais importantes do texto etc. Não é necessário incluir exemplos no resumo, que deve, com suas palavras, abranger todos os principais temas discutidos no texto, seus argumentos e sua linha de raciocínio (os temas e os argumentos podem ser apresentados na ordem que você considerar mais interessante, não é necessário seguir a ordem do texto). No resumo, não se emite opinião sobre o texto, e n~o é necessrio dizer “o autor defende”, “segundo o autor” (em Inglês, obviamente). Como se trata do resumo de um texto, é evidente que tudo o que está ali resume as opiniões do autor. Não é necessário fazer uma introdução e uma conclusão, você perderá muito espaço, e não é esse o objetivo do resumo. Seja simples e direto, acho que é a melhor dica.
O comando indica um máximo de 200 palavras, mas eles não contam. Já vi professores dizendo para que os alunos fizessem, obrigatoriamente, entre 198 e 200 palavras, mas, se você buscar os Guias de Estudos anteriores, verá que há resumos que fogem a esse padrão (para baixo ou para cima) e que foram escolhidos como o melhor resumo daquele ano. É claro que você não vai escrever 220 palavras, mas acho que umas 205, mais ou menos, estão de bom tamanho (escrevi um pouco mais de 200, acho que 203, não sei). A professora do cursinho de terceira fase dizia que podíamos fazer até cerca de 210 (desde que a letra não fosse enorme, para não despertar a curiosidade do examinador) que não teria problema. É claro que o foco deve estar nos 200, esse valor superior é apenas para o caso de lhe faltarem algumas palavras, para encerrar o raciocínio.
Em 2011, os 15,00 pontos do resumo foram divididos em duas partes: 12,00 pontos para a síntese dos principais aspectos do texto e 3,00 pontos para linguagem e gramática. O examinador determinou que havia seis tópicos principais do texto que deveriam ser incluídos no resumo e atribuiu até dois pontos para a discussão de cada um desses tópicos. Obviamente, não há como saber quantos serão esses tópicos. O melhor a fazer é tentar tratar de todos os aspectos mais importantes do texto com o mínimo possível de palavras. Se sobrarem 10 ou 15 palavras, não desperdice, faça uma frase a mais, quem sabe isso pode lhe render alguns preciosos décimos a mais.
A redação em Inglês é de 45 a 60 linhas, com valor de 50 pontos. Esses 50 pontos são distribuídos em: planejamento e desenvolvimento (20 pontos), qualidade vocabular (10 pontos) e gramática (20 pontos), com penalização de 1,00 ou de 0,50 pontos por erro, de acordo com o tipo de erro14 (descontados da parte de gramática). Nota zero em gramática implica nota zero na redação (logo, cuidado para não zerar). Há penalização de 1,00 pontos para cada linha que faltar para o mínimo estabelecido.
Normalmente, a redação trata de temas internacionais de fácil articulação. Não há recomendações de número de parágrafos, de número de linhas por parágrafo ou coisa do tipo. As principais coisas a observar são: ter uma tese central, usar argumentos que a sustentem, e, sobretudo, fornecer exemplos. Ao ver espelhos de correção de concursos anteriores no cursinho, fica evidente que muitas notas de planejamento e desenvolvimento são mais baixas devido à ausência ou à insuficiência de exemplos, como indicam os comentários dos examinadores em provas anteriores (a prova de Inglês é a única da terceira fase que vem com comentários e com marcações). Eu diria, portanto, que é necessário prestar atenção na argumentação coerente que comprove a tese, é claro, e no fornecimento de vários exemplos que sustentem a argumentação apresentada. É claro que só listar dezenas de exemplos pode não adiantar nada, mas, se você souber usá-los de maneira coerente, como complemento à argumentação, acho que poderá ser bem recompensado por isso. Ao contrário do que já vi dizerem por aí, não há penalizaç~o por “ideologia” discrepante daquela da banca. Aproveitando a temática da prova de 2001, não interessa se você é contra ou a favor da globalização, o importante é elencar argumentos fortes e sustentá-los com exemplos pertinentes.
14 Segundo o Guia de Estudos, menos 1,00 pontos por erro (exceto para erros de pontuação ou de ortografia, para os quais há subtração de 0,50 pontos). Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtrai 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
Por fim, a parte de qualidade vocabular não se refere só ao uso de construções avançadas de Inglês (inversões, expressões idiomáticas etc.). De nada adianta usar dezenas de construções avançadas, se você tiver muitos erros de gramática. Os 10 pontos de qualidade vocabular levam em consideração tanto o número de construções avançadas que você usou quanto o número de erros de gramática que você teve. Ainda que você use poucas construções avançadas, se não errar nada de gramática (ou se errar muito pouco), sua nota nesse quesito deverá ser bem alta. Dessa forma, acho que o melhor a fazer é preocupar-se, primeiramente, com gramática. Uma pequena lista de expressões idiomáticas passíveis de se empregar, combinada com o uso de construções mais avançadas (como inversões, por exemplo), já pode significar boa nota de qualidade vocabular, se você não perder muitos pontos de gramática. Não vou dizer quais usei, senão todo mundo vai usar as mesmas e ninguém vai ganhar pontos. Usem a criatividade: vejam expressões diferentes, palavras conotativas apropriadas, verbos e palavras mais “elaborados” etc.
Em resumo, acho que o principal da redação é: errar pouco em gramática e fornecer exemplos. Com isso e com bons argumentos, sem fugir ao tema, eu diria que há boas chances de uma nota razoável.
A prova de Geografia é, a meu ver, uma das mais chatas e imprevisíveis. Cada ano, a prova é de um jeito, ora cobra Geografia física, ora cobra teoria da Geografia etc. No geral, acho que a banca não tem muita noção de que está avaliando conhecimentos importantes para o exercício da profissão de diplomata, não de geógrafo. Assim, frequentemente, aparecem algumas questões bem loucas. O bom das questões mais chatas de Geografia é que a banca costuma ser mais generosa na correção. Há alguns anos, uma questão sobre minérios na África, por exemplo, aterrorizou muitos candidatos, mas, na hora da correção, segundo um professor de cursinho, as notas não foram tão baixas. Por isso, não se preocupe tanto com essas questões mais espinhosas que, eventualmente, aparecem na terceira fase de Geografia.
Em 2011, uma das questões (sobre navegação de cabotagem no Brasil, na década 2001-2010) havia sido tema de uma reportagem do programa Globomar duas semanas antes da prova. Para falar a verdade, eu não sabia nem o que era Globomar, se era uma reportagem do Fantástico, um quadro do Faustão ou a nova novela das sete, mas, como um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, não custa nada informar para que você fique atento a algumas dessas questões mais recentes. Não precisa gravar e tomar notas de todo Globomar daqui para frente. Dar uma olhada nos temas desse tipo de programa, de vez em quando, já deve ser mais que suficiente. Vale dizer que o mais importante é, sempre, Geografia do Brasil. Não precisa assistir o National Geographic sobre monções no Sri Lanka, porque não vai cair. De todo modo, assuntos relativos à costa e ao litoral brasileiros são reincidentes no concurso.
Muitos falam sobre a necessidade de usar o “miltonsantês”, como s~o conhecidos os conceitos de Milton Santos, nas respostas de terceira fase. É algo meio batido, mas acho que todo mundo que faz, pelo menos, o cursinho preparatório para a terceira fase deverá ouvir alguma coisa a respeito, então não se preocupe com isso. Se der para usar alguns conceitos em determinadas questões, use sem exageros. Esses termos podem render bons olhos com a banca, mas ninguém tira total só porque escreveu dez conceitos miltonianos na resposta.
Algumas argumentações s~o “coringas” em Política Internacional. Alguns conceitos, como “multilateralismo normativo”, “postura proativa e participativa”, “articulaç~o de consensos”, “reforma da ordem”, “juridicismo”, “pacifismo”, “pragmatismo”, “autonomia pela participaç~o” etc., poderão ser encaixados em quase todas as respostas de terceira fase. Relações Sul-Sul, América do Sul, BRICS, IBAS, África também são temas que poderão ser empregados em diversos contextos (temáticas recorrentes nos últimos concursos). Desse modo, saiba usar esse conhecimento a seu favor. Se há uma questão que pede comentário sobre algum aspecto da política externa brasileira contemporânea, citar esses conceitos já pode ser bom começo.
Não custa nada lembrar que você está fazendo uma prova para o Ministério em que você pretende trabalhar pelo resto da vida. Criticar a atuação recente do MRE não é sinal de maturidade crítica ou coisa do tipo, pode ter certeza de que n~o ser bem visto pela banca corretora. N~o precisa “puxar o saco” do governo atual descaradamente, mas considero uma estratégia, no mínimo, inteligente procurar ressaltar que, apesar de eventuais desafios à inserção internacional do Brasil, o país vem conseguindo alçar importantes conquistas no contexto internacional contemporâneo, como reflexo de sua inserção internacional madura, proativa e propositiva. Na prova de 2011, a prova da importância de saber a posição oficial do MRE com relação a temáticas da política internacional contemporânea ficou evidente em uma questão que pedia que se discutisse a situação na Líbia, apresentando a posição oficial do governo brasileiro e os motivos para a abstenção do Brasil na votação da resolução 1.973 do Conselho de Segurança da ONU. Saber a posição oficial do governo sobre os principais temas da agenda internacional contemporânea é fundamental na terceira fase. Na primeira fase também: em 2011, um item dizia que o MRE usava a participação na MINUSTAH como “moeda de troca” para o assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Por mais que a mídia sensacionalista diga isso e por mais que você, porventura, acredite nisso, não é essa a posição oficial do Ministério, então isso não está correto e ponto. Seja pragmático e tenha, sempre, em mente que você está fazendo uma prova para o governo. Em dúvida, pense: o que o governo brasileiro defende nessa situação? Essa posição vale tanto para a primeira fase quanto para a terceira.
Com relação à prova de Direito, é uma avaliação, a meu ver, bastante tranquila e uma das mais bem formuladas. Não há grandes segredos, e a leitura (acompanhada do fichamento) dos Guias de Estudos antigos é fundamental. Muitos estilos de questões repetem de um ano para o outro, e alguns argumentos gerais sobre o fundamento de juridicidade do Direito Internacional Público, por exemplo, são úteis quase sempre. Ultimamente, a probabilidade de questões sobre Direito interno propriamente dito tem sido reduzida a temáticas que envolvam o Direito Internacional (como a questão sobre a competência para efetuar a denúncia a tratados, cobrada em 2010). Em Direito Internacional Privado, o que já foi cobrado do assunto, em concursos recentes, esteve relacionado à homologação de sentença estrangeira, assunto bastante básico e tranquilo de estudar. Em Direito Internacional Público (DIP), atenção especial à solução de controvérsias (meios pacíficos, meios coercitivos, meios jurídicos e meios bélicos), ao sistema ONU e ao sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio, além do supracitado fundamento de juridicidade do DIP (“afinal, por que o DIP é Direito?”). Uma dica que vale tanto para as questões de Direito quanto para as de Economia é tomar cuidado com o número de linhas. Como há questões de 60 e de 40 linhas, corre-se o risco de perder muito espaço com argumentos e ilustrações não necessários à questão. Nas provas dessas duas matérias, não acho que seja tão necessário preocupar-se tanto com a introdução e com a conclusão nas questões de 40 linhas (nas de 60, se houver, devem ser bem curtas), pois não há espaço suficiente para isso. Em minhas provas de terceira fase, apenas respondi a essas questões de 40 linhas diretamente.
A prova de Economia mudou muito, se você comparar as provas de 2008-2009 às de 2010-2011, por exemplo. Anteriormente, havia questões enormes de cálculos, equações de Microeconomia etc. Em 2010, a única questão que envolvia cálculo era ridiculamente fácil. Em 2011, para melhorar a situação daqueles que não gostam dos números, não havia um único cálculo nas questões, todas elas analíticas. Além disso, as cobranças anteriores de Economia Brasileira focavam, especialmente, no período da República Velha (isso se repetiu em 2010). Em 2011, até mesmo o balanço de pagamentos atual do Brasil e a economia dos BRIC na atualidade foram objetos de questões. Talvez seja uma tendência da prova de Economia dos próximos anos, de priorizar o raciocínio econômico, em detrimento dos cálculos matemáticos que aterrorizavam muitos no passado. Ainda que eu não tenha problemas com cálculo (e goste bastante, inclusive), devo admitir que me parece muito mais coerente cobrar economia dos países do BRIC do que insistir nos cálculos de preço de equilíbrio, quantidade de equilíbrio, peso-morto etc., se considerarmos que se trata de uma prova que visa a selecionar futuros diplomatas (aí está uma lição que a banca de Geografia precisava aprender).
Ainda que, à primeira vista, esse novo tipo de prova possa parecer mais fácil, pode não ser tão tranquilo quanto parece. Por mais contemporâneas que as questões sejam, acho que os candidatos correm o sério risco de confundir a prova de Economia com uma prova de Política Internacional (por envolver BRIC, por exemplo). Lembre-se, sempre, de que quem corrige as provas de Economia são economistas. Como economistas, eles valorizam o raciocínio econômico, com o uso de conceitos econômicos, e é isso o que deve ficar claro, em minha opinião, em questões como essa. Tenho maior facilidade com esse raciocínio econômico e com os conceitos da disciplina, por haver participado da monitoria de Introdução à Economia da UnB por quatro semestres. A quem não teve essa experiência, para acostumar-se a esse “economês”, nada melhor que bons noticirios de Economia:
- Brasil Econômico: http://www.brasileconomico.com.b
- Financial Times: http://www.ft.com/home/us
- IPEA: http://agencia.ipea.gov.b
- O Globo Economia: http://oglobo.globo.com/economia/
- The Economist: http://www.economist.com/
- Valor Econômico: http://www.valoronline.com.b, entre vários outros.
Obviamente, não precisa ficar lendo todas as notícias postadas em todos esses sites, todos os dias. Já tentei o esquema de ler uma notícia por dia de uns cinco sites de notícias e cansei facilmente. Não acho que seja possível dizer um número ideal de notícias econômicas lidas por semana, mas sei lá, umas duas ou três já são melhor que nada.
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